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Tanie Leitão Guerra

Crianças e adolescentes

Quando comer virou batalha em casa.

Seletividade, recusa, lanches escolares que sobram intactos, briga à mesa. Trabalho com a criança e com a família — porque comportamento alimentar é construído na rotina, não em uma consulta isolada.

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Tanie Leitão Guerra ministrando palestra para crianças do ensino fundamental sobre alimentação

O que costumo trabalhar

  • Seletividade alimentar (avaliação clínica e estratégia)
  • Lanches escolares funcionais e que a criança come
  • Sobrepeso e baixo peso na infância
  • Construção de autonomia à mesa
  • Neofobia (medo do alimento novo)
  • Manejo de comportamento alimentar difícil
  • Alimentação em adolescentes (puberdade, esporte, vida social)
  • Suplementação quando indicada

Como é o acompanhamento

Sem chantagem alimentar

Não trabalho com 'só ganha sobremesa se comer brócolis'. Estratégias respeitosas, com base em comportamento.

A criança participa da consulta

Conversar com a criança (quando ela tem idade) é parte do processo. Ela é protagonista, não objeto da intervenção.

Plano para a família, não para a criança

É a casa inteira que muda. O ambiente alimentar familiar é o principal preditor dos hábitos da criança.

Para quem é, e para quem não é

É indicado para

  • Crianças com seletividade alimentar acentuada
  • Crianças com sobrepeso ou baixo peso
  • Famílias em brigas constantes à mesa
  • Pais que querem prevenção e construção de bons hábitos
  • Adolescentes em transição alimentar (puberdade, esporte, vegetarianismo)

Provavelmente não é

  • Quem busca dieta restritiva para criança 'emagrecer rápido'
  • Quem espera que eu force a criança a comer algo

Perguntas frequentes

Conteúdo educativo. Não substitui consulta nutricional individualizada. Em conformidade com as Resoluções CFN 599/2018 e CFN 680/2021.

Meu filho só come 5 alimentos, é grave?

Avalio caso a caso. Existem critérios para distinguir seletividade típica do desenvolvimento de quadros mais complexos (ARFID, p.ex.). Quando necessário, encaminho a outros profissionais.

Como introduzo alimentos novos?

Com exposição repetida, não chantagem. A literatura mostra que pode levar 10-15 exposições a um alimento até a aceitação. Vamos construir essa exposição com calma.

Lanche escolar — o que mandar?

Algo que ela coma. Ponto. Depois trabalhamos qualidade. Mandar comida 'perfeita' que volta intacta não nutre ninguém.

Posso obrigar a comer?

Não. Pressão para comer está associada a piora da seletividade no longo prazo. Existem caminhos mais eficazes.

Atende crianças com TEA / ARFID?

Sim, com trabalho integrado a equipe (terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo, neuropediatra). Quando o caso ultrapassa o nutricional, encaminho.

Vamos começar?

Marque sua primeira consulta. A primeira sessão já é completa, com plano construído ao final.

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