Sem chantagem alimentar
Não trabalho com 'só ganha sobremesa se comer brócolis'. Estratégias respeitosas, com base em comportamento.
Crianças e adolescentes
Seletividade, recusa, lanches escolares que sobram intactos, briga à mesa. Trabalho com a criança e com a família — porque comportamento alimentar é construído na rotina, não em uma consulta isolada.
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Não trabalho com 'só ganha sobremesa se comer brócolis'. Estratégias respeitosas, com base em comportamento.
Conversar com a criança (quando ela tem idade) é parte do processo. Ela é protagonista, não objeto da intervenção.
É a casa inteira que muda. O ambiente alimentar familiar é o principal preditor dos hábitos da criança.
Conteúdo educativo. Não substitui consulta nutricional individualizada. Em conformidade com as Resoluções CFN 599/2018 e CFN 680/2021.
Avalio caso a caso. Existem critérios para distinguir seletividade típica do desenvolvimento de quadros mais complexos (ARFID, p.ex.). Quando necessário, encaminho a outros profissionais.
Com exposição repetida, não chantagem. A literatura mostra que pode levar 10-15 exposições a um alimento até a aceitação. Vamos construir essa exposição com calma.
Algo que ela coma. Ponto. Depois trabalhamos qualidade. Mandar comida 'perfeita' que volta intacta não nutre ninguém.
Não. Pressão para comer está associada a piora da seletividade no longo prazo. Existem caminhos mais eficazes.
Sim, com trabalho integrado a equipe (terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo, neuropediatra). Quando o caso ultrapassa o nutricional, encaminho.
Marque sua primeira consulta. A primeira sessão já é completa, com plano construído ao final.
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